Músicas Mais Tocadas Menos é Mais

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Músicas Mais Tocadas Menos é Mais

Com mais de 250 milhões de visualizações no Youtube, o grupo de pagode Menos é Mais já representa Brasília em outros estados e é a promessa do gênero musical no Brasil. O grupo tem três anos de estrada e já coleciona números impressionantes na internet e fãs ilustres, como os jogadores de futebol da Seleção Brasileira: Neymar, Thiago Silva, Marquinhos e Roberto Firmino.

Com um repertório animado, que mescla regravações e músicas autorais, o Menos é Mais lota casas por onde passa, inclusive no Eixo Rio-São Paulo, onde o samba tem raízes fortes.

O grupo é formado por cinco integrantes: Duzão (vocalista), Gustavo Goes (percussionista), Jorge Farias (percussionista), Paulinho Félix (percussionista) e Ramon Alvarenga (percussionista).

O DNA do pagode brasiliense guia o grupo pelos estados do Brasil. Se por um lado, o calor dos palcos é contagiante e motivador, por outro, os pagodeiros de Brasília acumulam mais de 2 milhões de ouvintes mensais nas plataformas musicais. O canal do Youtube, por sua vez, conta com 1,7 milhão de inscritos.

A estratégia inovadora de postar um vídeo por semana resultou na criação de vários quadros musicais. O queridinho é o “Churrasquinho do Menos é Mais”: mais de 290 milhões de visualizações.

Menos é Mais: pagodeiros de Brasília conquistam Neymar e Ferrugem

Querida pelo público da capital, a banda aproveita a projeção e o bom momento do gênero para ganhar fama nacional

Conhecidos do público brasiliense por suas batucadas e pela animação, o grupo Menos é Mais conquistou, também, o coração do craque Neymar, que compartilhou um vídeo em suas redes sociais escutando o som do conjunto. Em quase uma semana, a banda local, formada por Gustavo Goes, Jorge Farias, Duzão, Paulinho Félix e Ramon Alvarenga, viu suas redes sociais quase dobrarem em número de seguidores. Agora, o quinteto aposta no som cativante e na interação com o público para conquistar o país.

O vídeo postado nos Stories do craque do PSG apresentou a banda ao Brasil. Porém, a trajetória começa em 2016, ano em que o conjunto foi criado por Goes e Jorge.

Desde então, o Menos é Mais virou presença certa nas rodas de pagode de Brasília, fazendo cerca de 15 shows por mês. O que era apenas uma oportunidade de ganhar uma renda extra acabou virando coisa séria. Os amigos se preparam para iniciar uma sequência de shows país afora.

“Quando formamos o grupo, há três anos, tínhamos essa ideia do ‘menos é mais’ mesmo.

O desejo era tocar em algumas festas particulares, para faturar uma grana por aqui [em Brasília], com música. Conforme o tempo foi passando, fomos adicionando novos integrantes e fechamos o quinteto atual. Junto à banda de apoio que levamos em alguns shows, somos 12 músicos”, conta Goes.

O sucesso entre os jogadores de futebol vai além de Neymar. Nomes como Denilson, o zagueiro Thiago Silva e o craque do Liverpool, Firmino, também se renderam ao som do grupo nas redes sociais.

Batuque moderno

Por saberem que os amigos do craque e o companheiro de clube Thiago Silva curtiam seus batuques, Jorge disse que já imaginava que Neymar postaria em algum momento algo sobre a trupe, mas via a realização como um sonho distante.

“Havia a esperança de ele postar porque outros jogadores já tinham compartilhado, mas sempre ficávamos com uma pulguinha atrás da orelha: ‘Po, quando será que o Neymar vai postar?’ E rolou, graças a Deus”, lembra Jorge.

Há um ano tocando todas as sexta-feiras em uma casa de shows especializada em pagode da capital, o conjunto se tornou mais popular entre o público brasiliense após o lançamento do projeto audiovisual Churrasquinho do Menos é Mais, divulgado em novembro do ano passado em parceria com o grupo carioca Vou Zuar, de Niterói. Em quase três meses, o projeto soma cerca de 11 milhões de views no YouTube.

Além do batuque moderno em músicas consagradas de cantores como Periclés, Pixote e Dilsinho, o grupo aposta na interação com o público nos shows e nas redes sociais. Eles utilizam gifs e memes para bombar. “Não gostamos de nos colocar acima do público. Nosso lance é curtir o show junto com eles, tanto que, em vários momentos das apresentações, chamamos a plateia para subir em cima do palco ou descemos para cantar com eles”, frisa Gustavo.

 

Pagode com DNA brasiliense 

Parte de uma nova leva de bandas do gênero na capital, como Di Propósito e Se Joga, o Menos é Mais contribui para o aumento da popularidade do estilo na cidade. Para os jovens, Brasília está, a exemplo do que ocorre no Brasil, recriando uma cultura em torno do pagode.

Você comprova isso pela agenda das casas. Antigamente, tinha muito sertanejo, novas duplas a cada dia, e acho que houve uma inversão. São muitos grupos de pagode tocando praticamente todo dia”, avalia Gustavo.

O sucesso está quebrando as “fronteiras estaduais”. Com o alcance proporcionado nas redes sociais, o grupo viu aumentar significativamente os convites para se apresentarem em outras cidades. Para os próximos meses, os músicos têm datas no Rio de Janeiro, Cuiabá e Belo Horizonte.

“Isso provoca um efeito dentro da cidade mesmo. O pessoal já olha como uma banda que vai levar o som de Brasília a outros lugares. E aí, quando voltamos, fica um show ainda mais caloroso. É bem bacana representar um lugar que, tradicionalmente, não tinha tanto pagode sendo exportado. Pode servir de inspiração para outras bandas surgirem também”, acrescenta Goes.

Clipe novo

Com participação dos ex-De Férias com o Ex Clara Maia e André Coelho no clipe, o Menos é Mais lançou, na última sexta-feira (17/01/2020), o single Recaída, primeiro lançamento de 2020. Além da nova música, o grupo anunciou que fechou parceira com o astro do gênero Ferrugem, que vai produzi-los com o compositor Gabriel Fernandes.

Ele (Ferrugem) está encabeçando um projeto que vamos fazer em parceria com o Vou Zuar. Disponibilizaremos alguns singles produzidos pelo Ferrugem. O primeiro conta bastante da união que temos com o grupo carioca. A ideia do projeto é unir as duas bandas em uma coisa só, em uma música que pode vir a se tornar um evento”, revela o músico.

Para 2020, o Menos é Mais aposta nas novas músicas. A ideia é estourar de vez. “A estratégia é lançar pelo menos um single a cada mês e ver como eles vão se sair. Acreditamos que uma faixa vem antes de um álbum inteiro, então, se pegar, podemos pensar em um disco e planejar uma turnê”, encerra Jorge.


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