Michel Teló fala sobre parceria com Marília Mendonça

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“A primeira vez que a gente se abraçou foi no palco”

Michel Teló está lançando seu sétimo trabalho solo, o DVD Bem Sertanejo – O Show. O projeto – gravado em março, em Curitiba, no Paraná – conta a história da música sertaneja por meio de músicas emblemáticas da história do gênero. Em conversa com o R7, o cantor falou como surgiu a ideia de gravar o novo projeto.

— No álbum, cantamos os principais momentos da história sertaneja e contamos curiosidades também. Temos preparado isso faz um bom tempo e o DVD conta com duas partes. A Parte A, que tem os modões, as músicas antigas e a Parte B, que conta faixas inéditas. Está muito bacana, foi feito com muito carinho e muito respeito pela música sertaneja.

Segundo o cantor, fazer um álbum em que revisita a história da música sertaneja é também contar um pouco de sua história.

— Queria colocar isso no show, fazer algo diferente. Como gosto muito de música sertaneja, faz parte da minha raiz. Coloquei as principais canções do estilo, desde Tonico e Tinoco, que foi a primeira grande dupla sertaneja. Também contei um pouco da influência do Paraguai na música sertaneja, porque muitas músicas sertanejas vieram desse ritmo. Aí a gente já chega nos anos 1980, quando a música sertaneja começou a tocar nas rádios FMs. A Fio de Cabelo, de Chitãozinho e Xororó, foi fundamental para começar a quebrar barreiras. Aí chega até esse novo momento, nos anos 2000 com Bruno e Marrone. Pegamos um pouco das principais canções de cada década, de cada momento.

O DVD vai contar com show de lançamento em São Paulo, nos dias 16 e 17 de setembro e o cantor promete sair em turnê com o espetáculo pelo país. Porém, ele não garante que vai conseguir levar o show para fora do Brasil.

— Depois da estreia em São Paulo, seguimos para o Espírito Santo, Rondônia e Mato Grosso nesse formato dessa turnê: com público sentado. Esse projeto é mais cadeira, começa com moda de viola. Vamos começar a correr o Brasil com esse projeto. Mas para fora é um desafio maior, porque a gente tem a barreira do idioma. Não é tão fácil fazer os gringos ouvirem música em português. Mas nas minhas redes sociais tem muita gente de fora que acaba ouvindo também.

Continue lendo em: R7 – Michel Teló


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